Cem anos de fado, oitenta nesta sala
O Café Luso abriu em 1927 na Avenida da Liberdade, junto ao Parque Mayer, e depressa se tornou uma das casas de fado mais faladas de Lisboa. Em Janeiro de 1941 mudou-se para o Bairro Alto, para as antigas adegas e cavalariças do Palácio Brito Freire — onde continua. Foi aqui que ganhou o nome de Catedral do Fado, e foi aqui que Amália Rodrigues gravou, em 1955, o disco No Café Luso. Todas as noites, a sala volta a fazer o que sempre fez: silêncio, e depois fado.

A casa
Adegas e cocheiras de um palácio que sobreviveu ao terramoto de 1755, arcos de pedra, cortinados de veludo e os murais que acompanham o fado há gerações. O Café Luso é dos poucos sítios onde a sala é tão protagonista como quem nela canta.

Fado ao vivo, todas as noites
Às 20h30 a luz baixa e a primeira voz sobe. Os conjuntos de fado alternam com os pratos ao longo da noite — a cozinha pára quando se canta, e a sala inteira pára com ela. Não há microfones: a pedra do palácio é a única acústica.

Um menu, uma noite inteira
Menu único de cozinha portuguesa — couvert, entrada, prato principal e sobremesa à escolha, do bacalhau assado ao toucinho do céu. 65€ por pessoa, com o espectáculo incluído. Não há bilhete: o fado faz parte do jantar.


Não há palco.Café Luso, Bairro Alto
A fadista canta entre as mesas,
à distância de um braço.




Reservar uma noite no Luso
O fado começa às 20h30. A cozinha abre às 19h30. As mesas debaixo da abóbada são poucas — e as noites enchem com antecedência.
Grupos e ocasiões especiais
Para reservas com mais de 10 pessoas, jantares de empresa ou ocasiões especiais, contacte-nos directamente. Montamos a noite consigo.
